Skip to content

Table of Contents

Quais são os custos dos chargebacks no e-commerce e como evitá-los?

soc-hero-2025_mobile_latam_tab

The State of
Commerce 2025

Recém-publicado!

No universo do comércio eletrônico, uma das preocupações mais latentes é o prejuízo gerado pelos custos dos chargebacks. 

 

Como esse processo envolve o estorno de uma transação para o cliente, pode representar um grande impacto financeiro para o e-commerce.

 

O impacto financeiro, no entanto, é mais profundo: as perdas financeiras causadas pelo chargeback vão além do estorno do valor da compra, gerando custos ocultos que comprometem a saúde financeira e o escalonamento do negócio.

O que gera os custos dos chargebacks para e-commerces? 

Os custos dos chargebacks no e-commerce surgem quando um consumidor solicita o cancelamento de uma compra diretamente à sua operadora de cartão, ignorando o contato com o lojista para reaver o valor.

 

Principais motivos de cancelamento de transações que geram chargebacks: 

  • Não reconhecimento da compra.
  • Fraude amigável.
  • Fraude deliberada.
  • Autofraude.
  • Desacordo comercial.
  • Erros de cobrança ou processamento.

Assim, o cancelamento da transação transforma o faturamento esperado em um prejuízo multifacetado para o e-commerce. E o prejuízo vai além do valor do chargeback em si: o custo para o varejista inclui desde o custo da mercadoria perdida até as multas administrativas por chargeback.

Qual o real valor dos custos dos chargebacks para o e-commerce?

Os custos dos chargebacks somam um valor elevado para o varejista, pois existem diferentes tipos de despesas relacionadas à contestação de uma determinada transação por parte do consumidor que serão absorvidas pelo e-commerce:custos-gerados-chargebacks_signifyd

9 principais custos de chargebacks que afetam o e-commerce

1. Taxas de processamento do cartão

Em cada transação realizada, as operadoras de cartão cobram uma porcentagem pelo processamento da compra, o que já é considerado um custo operacional padrão para o e-commerce. 

 

No entanto, em caso de chargeback – mesmo quando este é comprovado como fraudulento – a taxa de processamento da transação geralmente não é reembolsada.

2. Encargos das instituições bancárias

Esse é outro tipo de despesa resultante do chargeback que, comumente, afeta o e-commerce, pois as instituições bancárias podem aplicar taxas adicionais relacionadas ao processo de contestação de um pedido. 

 

A cobrança feita pelas instituições bancárias é para cobrir as despesas administrativas envolvidas na resolução da disputa.

encargos_custos-dos-chargebacks_signifyd

3. Despesas relacionadas ao envio do produto

Outro ponto de atenção são os custos relacionados ao envio do produto comprado, que muitas vezes é esquecido. 

 

Ao sofrer um chargeback, o varejista perde também o investimento logístico. Dependendo da categoria do produto e da região de entrega, o valor do frete pode representar uma fatia considerável do prejuízo total.

 

E, em muitos casos, o prejuízo não se limita ao frete: além de arcar com os custos adicionais do chargeback, o e-commerce também pode perder a mercadoria envolvida no pedido contestado pelo cliente.

4. Penalidades das bandeiras de cartão

As bandeiras de cartão estabelecem limites para o número de chargebacks tolerados. 

 

Quando esse teto é ultrapassado, o processamento de pedidos se torna mais caro para o e-commerce, que pode enfrentar penalidades severas, como:

  • Multas.
  • Aumento nas taxas de processamento.
  • Descredenciamento.

5. Despesas operacionais com tempo e coleta de evidências

O processo de lidar com a reversão de pagamentos pode ser complexo e demorado, envolvendo várias etapas — normalmente manuais — que geram mais custos operacionais.despesas_custos-dos-chargebacks_signifydO custo operacional aqui é medido em horas: o tempo gasto na coleta manual de evidências para a disputa desvia a equipe de atividades estratégicas, tornando-se um ‘gasto invisível’, mas oneroso.

6. Custo das transações perdidas por medo de chargebacks

Para mitigar o risco de chargeback, os varejistas podem optar por implementar sistemas de prevenção de fraude excessivamente rígidos. Sem o apoio de inteligência de dados, essas ferramentas barram pedidos legítimos por receio de fraude — o temido falso positivo.

 

Assim, o e-commerce perde receita e até mesmo clientes, já que a recusa errônea e sem justificativa — o falso positivo — é um tipo de atrito que impacta significativamente na experiência do cliente.

fraudes_custos-dos-chargebacks_signifyd

7. Implementação de um sistema de reembolso

Investir em sistemas de reembolso automatizados é outra despesa vinculada aos chargebacks. Embora ofereçam uma saída amigável ao cliente e reduzam contestações, essas ferramentas e a equipe de operação representam um custo operacional que poderia ser poupado se o índice de transações contestadas fosse menor. 

8. Reembolsos acidentais

Um erro comum no varejo é emitir um reembolso para o cliente, na tentativa de evitar o chargeback quando a contestação já foi iniciada pelo banco. Se o lojista devolve o valor por conta própria sem checar o status do chargeback, ele corre o risco de perder o valor em dobro: uma vez pelo reembolso direto e outra pelo estorno automático do banco emissor. O reembolso é uma estratégia eficaz para evitar chargebacks e as taxas atreladas, mas somente se for feito antes de o cliente acionar a administradora do cartão. proteção-lei_custos-dos-chargebacks-signifyd

9. Custos com marketing

Esse é um custo do chargeback que surge de forma indireta para o varejista. 

 

É que todos os recursos investidos na atração do cliente para o e-commerce se transformam em uma perda financeira quando a transação é contestada. O CAC (Custo de Aquisição de Cliente) é jogado fora. 

 

Quando um pedido vira chargeback, todo o investimento em anúncios e estratégias de conversão para atrair aquele consumidor é perdido, elevando o custo de operação real do e-commerce. 

Quem paga os custos dos chargebacks?

Historicamente, os custos do chargeback costumam ser responsabilidade do e-commerce. Isso significa que, na maioria de casos de disputas ou fraudes, é o varejista quem arca com o prejuízo financeiro.

 

No entanto, o surgimento de tecnologias baseadas em inteligência de dados mudou essa dinâmica, transformando a segurança em uma alavanca de crescimento, e não apenas em uma barreira de proteção. 

 

A plataforma da Signifyd redefine essa gestão ao atuar na causa raiz. Em vez de uma postura reativa, utilizamos análises comportamentais em tempo real para blindar o checkout e otimizar a aprovação de pedidos legítimos. Essa mudança de dinâmica transfere o risco do varejista para a Signifyd: nossa tecnologia neutraliza as tentativas de fraude antes que elas se tornem uma contestação e assumimos responsabilidade financeira total nos pedidos aprovados. 

plataforma-antifraude_custo-dos-chargeback_signifyd

Se o e-commerce receber uma notificação de chargeback fraudulento por  qualquer venda aprovada pela Signifyd, a nossa Proteção Garantida Contra Fraudes entra em ação. Nós acreditamos na precisão de nossas decisões e cobrimos todos os custos operacionais, reembolsando integralmente o varejista, sem burocracias ou processos de disputa exaustivos. 

 

A garantia financeira da Signifyd traz mais segurança para o e-commerce aprovar pedidos sem o medo dos chargebacks fraudulentos, e permite que a equipe do e-commerce direcione seus esforços para o que realmente importa: potencializar as vendas e o crescimento do negócio.

Como reduzir os custos do chargeback no e-commerce?

Existem formas de reduzir a ocorrência de chargeback e, consequentemente, as despesas com os custos dos chargebacks no e-commerce. Para isso, o varejista deve realizar otimizações necessárias para ter mais segurançano processamento de cada transação. 

Boas práticas para reduzir chargebacks:

  • Apresentar bem os produtos no site, com fotos, vídeos e descrições detalhadas;
  • Oferecer uma experiência de compra fluida e segura do login ao checkout;
  • Colocar o nome do e-commerce detalhadamente na fatura do cartão;
  • Ser transparente e realista em relação ao prazo de entrega;
  • Investir em embalagens mais resistentes para evitar quebras durante o transporte;
  • Disponibilizar um atendimento ágil, claro e eficiente em diferentes canais;
  • Ter uma aba de perguntas frequentes (FAQ) de fácil acesso para o consumidor;
  • Contar com um antifraude especializado que ofereça garantia financeira total contra chargebacks fraudulentos, como a Signifyd.

Como a Signifyd protege seu e-commerce dos chargebacks fraudulentos? 

A contestação de uma compra, por si só, gera ônus ao e-commerce. No entanto, as perdas financeiras podem ser ainda maiores quando a reversão de uma transação acontece por conta de uma prática fraudulenta.

 

O e-commerce pode:

  • Perder o produto.
  • Sofrer penalidades das bandeiras de cartão.
  • Ter a sua reputação afetada no mercado.

Dessa forma, é crucial que o comércio eletrônico esteja protegido contra as fraudes para evitar os chargebacks fraudulentos e, por consequência, todas as despesas causadas por esse problema.

 

Isso é possível com a implementação de um antifraude especializado, como a plataforma da Signifyd, que não só detecta e bloqueia as fraudes antes que elas aconteçam, mas também oferece garantia financeira para que o e-commerce não pague por chargebacks fraudulentos, por meio da Proteção Garantida Contra Fraudes.

Custos e chargebacks no e-commerce

1. O que é um chargeback?

É a devolução do valor de uma compra feita com cartão, contestada pelo cliente diretamente com o banco.

2. Chargeback e devolução são a mesma coisa?

Não. A devolução é negociada entre cliente e loja; o chargeback é acionado pelo banco, sem um contato prévio com o e-commerce.

3. Quais setores mais sofrem com chargebacks fraudulentos?

Moda, eletrônicos, marketplaces e bens digitais são os mais afetados.

4. Um chargeback sempre indica fraude?

Não. Pode ser erro operacional, desacordo comercial ou fraude amigável.

5. Como proteger meu e-commerce contra chargebacks?

Com boas práticas operacionais e um antifraude com garantia financeira, como a Signifyd.

Blinde o seu e-commerce dos chargebacks fraudulentos com a Signifyd

Com a Signifyd, líder em antifraude, o seu e-commerce está blindado dos custos gerados pelos chargebacks fraudulentos.

 

Esse problema causa perdas que vão muito além das finanças, como impactos negativos na reputação do comércio eletrônico. Isso afeta tanto a atração quanto a fidelização de consumidores.

banner_custos-do-chargeback_signifyd

Sourabh Kothari

Sourabh é o ex-diretor de Merchant Advocacy da Signifyd, onde trouxe mais de 18 anos de experiência definindo, projetando e entregando conteúdo por meio de histórias, eventos e vídeos.